Paletes PBR Usados, CUIDADO !

Armazenamento de Palete Usado

Armazenamento de Palete Usado

Cuidado, você pode estar comprando aquilo que ja é de sua propriedade !

As empresas que usam paletes PBR, sigla de Palete Padrão Brasil, cujo registro é da Associação Brasileira de Supermercados, a Abras, além de ter cuidado para não comprar o equipamento de empresas piratas, que não seguem os padrões de qualidade que a Abras definiu com auxílio do Instituto de Pesquisas Tecnológicas da Universidade de São Paulo (IPT), têm de se livrar também do cada dia mais intenso comércio de paletes usados, outra grande ameaça.

Como um paletes PBR sempre é comprado de um fabricante, é de se supor que um palete usado que esteja à venda tenha um dono, e, mais do que isso, não deveria estar sendo vendido. Daí a constatatação dos fabricantes de paletes de que esse mercado paralelo é abastecido com paletes das próprias indústrias e redes de supermercado. Ou seja, foram desviados durante seu ciclo de viagens pelo País.

Palete Usado, Abra o Olho !

Palete Usado, Abra o Olho !

Resumo: comprar paletes usados pode significar comprar algo que já era da empresa e com isso alimentar ainda mais a rede de desvios.

Marcelo Canozo, presidente da Abrapal, diz: “É crescente a evidência de que grande parte desses paletes usados é de origem ilegal. O processo é simples: a indústria entrega seus produtos em paletes PBR na rede varejista e recebe um ‘vale paletes’. Após algum tempo, a rede varejista devolve os paletes via transportador à indústria, e no meio do caminho esses paletes são vendidos, geralmente em baixo de viaduitos das grandes capitais, onde é comum ver-se placas com a inscrição “Compra-se paletes PBR“. Na sequência, o palete é colocado no mercado como equipamento reformado. O que temos sentido é que grandes indústrias que compram paletes usados não checam sua origem – e então podem estar comprando seus próprios paletes novamente”.

Pior, alerta Canozo, é que estão correndo risco desnecessário, pois não se sabe em que condições esses usados estão sendo comprados, pondo em perigo não só o envio de materiais para as linhas de produção, mas também o armazenamento e a distribuição paletizada de produtos.

Palete pirata, exemplo de como o barato sai caro

Palete Pirata

Palete Pirata

Em tempo de economia aquecida e alta demanda, aumenta a procura por paletes. Nesse cenário em que a falta do equipamento é o pior dos mundos, surge um perigo, os paletes piratas, vendidos no mercado paralelo e produzidos sem o rigor da qualidade e os padrões de segurança.

Quem não quer comprar gato por lebre deve estar sempre atento ao adquirir paletes de madeira. E isso é fácil de se fazer: basta comprar de empresas que produzam equipamentos com a chancela PBR, sigla de Palete Padrão Brasil, que tem as dimensões 1,00 x 1,20 m.

Segundo a Fort Paletes, uma das maiores fabricantes de paletes PBR do Brasil, as empresas legais são homologadas pela Associação Brasileira de Supermercados, a Abras, que criou o PBR em 1990, junto com várias associações representativas de setores industriais.
Para poder produzir o PBR, o fabricante tem de obter a certificação, trabalhar com madeira de reflorescimentos reconhecidos pelo Ibama e dentro de especificações estabelecida pela Abras com base em normas definidas pelo IPT, 20 anos atrás, na data de criação do PBR.

Em seu dia-a -dia, a Fort Paletes se depara frequentemente com situações desse tipo, relatadas por empresas que já tiveram sérios prejuízos com a pirataria. Isso porque a segurança e a eficiência são as duas primeiras vítimas das operações em que são utilizados paletes piratas. Não é raro encontrar-se equipamentos com a metade da capacidade de suportar carga, e o que ocorre a partir daí são acidentes, bloqueios de linhas de produção, risco à integridade física dos que trabalham nessas áreas, rompimento do prazo de entregas, enfim, um prejuízo atrás do outro.

Sustentabilidade, compromisso da Fort Paletes

Reflorestamento de Eucalipto, Sustentabilidade

Reflorestamento de Eucalipto, Sustentabilidade

A Fort Paletes é empresa comprometida com a sustentabilidade ambiental e por isso sua ação de fabricação de paletes de madeira e embalagens em geral segue rígidos padrões de respeito ao meio ambiente.

Além de só trabalhar com madeiras reflorestadas (pinus e eucalipto), a empresa exige que todos os seus fornecedores detenham o selo FSC (Forest Stewardship Council), ou seja, a certificação que garante ser a madeira oriunda de processo produtivo manejado de forma ecologicamente correta.

A maior parte da madeira utilizada na produção dos paletes da Fort Paletes é proveniente do eucalipto, que tem no Brasil a maior área plantada do mundo, cerca de 3,75 milhões de hectares, o dobro do que tem a Índia, segundo produtor mundial.

Fort Paletes também investe em reflorestamento de eucalipto e com isso ajuda o meio ambiente, além de ter com esse plantio ferramenta de controle de preços,  pois quando o custo da madeira sobe, controla-se a situação com os reflorestamentos próprios.

O processo produtivo dos paletes de madeira não gera descarte no meio ambiente, e tampouco a manutenção feita periodicamente nos paletes, já que em ambas as situações as sobras são picadas, tornando-se cavaco, que é vendido como combustível para geração de energia por meio da queima em caldeiras.

A empresa

A história da Fort Paletes se confunde com a própria história do palete de madeira no Brasil, pois profissionais ligados à empresa participaram ativamente da definição de um modelo padrão de paletes para o País, o PBR, sigla do Palete Padrão Brasil, criado em 1990 por iniciativa da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras). A Fort Paletes está sedida em Itararé, São Paulo, próxima a amplas áreas de reflorestamento e em localização privilegida em relação a duas das mais importantes capitais do Sudeste brasileiro, Curitiba e São Paulo.

Paletes de madeira da Fort Paletes são utilizados pela indústria farmacêutica

O setor fatura 7 bilhões de dólares ao ano, produção que é distribuída para as 56 mil farmácias existentes no Brasil. 
As redes de estabelecimentos farmacêuticos representam 30% desse total e estima-se que fusões e aquisições ainda vão ocorrer em intensidade. Os 70% restantes são representados por estabelecimentos independentes, número que vem crescendo em função da ascensão da classe D, que melhorou sua renda e passou a consumir mais, inclusive medicamentos.
A Fort Paletes, que na sua origem teve participação importante em várias ações do surgimento da logística do Brasil, atende vários laboratórios, como Nycomed, Myers Squib, Sanofi Aventis e Labsynth, corporações que enxergam no Palete PBR da Fort Paletes uma solução de padronização para suas operações de movimentação e armazenagem, tanto pela qualidade do produto, quanto pelos cuidados relativos à higienização dos paletes fornecidos.
O PBR foi desenvolvido há 20 anos e profissionais da Fort Paletes participaram na linha de frente da iniciativa que gerou o Palete Padrão Brasil, inicialmente utilizado em maior escala pela indústria alimentícia.
 A sede da Fort Paletes fica em Itararé, São Paulo, a 350 km de Curitiba e da capital paulista.

Fort Paletes completa um ano de Contrato da Just in time com a Pepsico

A Pepsico precisava de fornecedor que atendesse suas demandas em no máximo 24 horas, em qualquer uma das suas 3 unidades fabris e no centro de distribuição.

Essa preocupação da multinacional existia há um ano e meio, não existe mais, pois a Fort Paletes, fabricante de paletes de madeira e embalagens para fins logísticos, resolveu o problema de fornecimento Just in time com a entrega de paletes em no máximo 24 horas, para qualquer unidade do grupo.

A operação já esta em funcionamento há 1 ano e é um sucesso: a Pepsico tem a segurança de sempre poder contar com o número de paletes de que precisa e a Fort Paletes, que também se dedica à locação de paletes, produz e estoca o número necessário para atender o cliente.

As fabricas estão localizadas em Sorocaba (SP), Porto Alegre (RS) e São Gonçalo (RJ), com o CD instalado na cidade de Guarulhos (SP). O movimento é de aproximadamente 3.500 paletes PBR por mês, a maior parte dirigida ao CD de Guarulhos.

Por se tratar de indústria alimentícia, há na operação o cuidado de manter os paletes de madeira sempre higienizados, já que transportam produtos das linhas Elma Chipps e Quacker, por exemplo.

A Fort Paletes teve de se estruturar de forma rítida para atender essa demanda, já que o prazo de entrega é fator determinante na operação, o que exige presença de transportadora sólida e eficaz nessa cadeia de abastecimento.

Fort Paletes cresce 35% no primeiro semestre

A Fort Paletes fechou o primeiro semestre de 2010 com crescimento de 35% sobre 2008, que até então havia sido o de maior sucesso da empresa.

Esse resultado se deve ao momento positivo da economia brasileira, que aumenta a demanda por paletes de madeira, além de também encorajar indústrias a adquirirem novos equipamentos para atualizar o parque desses equipamentos de movimentação e armazenagem.

Nos primeiros seis meses do ano a Fort Paletes  produziu 400 mil paletes de madeira, entre eles PBR (Palete Padrão Brasil) e paletes customizados de acordo com a necessidade dos seus clientes.
Os números expressivos também foram puxados pela indústria farmacêutica, que aderiu ao PBR (uma novidade, pois o PBR foi “criado” para a indústria de alimentos, fornecedora de supermercados. Outra fonte de novos clientes deve-se ao caráter “verde” do PBR. Feito de madeira reflorestada, portanto com sustentabilidade ambiental, os produtos da Fort Paletes têm esse apelo ecológico, o que influencia na hora da compra.

 Entre os novos clientes da Fort Paletes está a Pepsico do Brasil, que recebe paletes em operação Just in Time.