Palete pirata, fuja dele!

Palete PirataCorre solta no mercado a pirataria do Palete Padrão Brasil, o PBR.
E tem “produto” para todos os “gostos”: PBR com madeira de segunda linha, PBR remanufaturado, PBR recuperado e PBR reciclado. Até parece rima, mas é caso de polícia, pois a segurança de produtos e das pessoas que atuam na movimentação e armazenagem está em risco.
E essa pirataria existe e prospera porque há grandes empresas que compram esses produtos, revela Marcelo Canozo, diretor da Fort Paletes e presidente da Associação Brasileira de Fabricantes de Palete Padrão Brasil, a Abrapal.
“Parece ficção, mas não é. Têm fabricantes importantes arriscando seus produtos, assim com têm distribuidores que manuseiam mercadorias em paletes mambembes, essa é a verdade”, revela Canozo.
A Fort Paletes, uma das mais importantes produtoras de paletes de madeira do padrão PBR, sabe do que fala pela presença constante junto ao mercado consumidor.
“Estamos acostumados a ouvir relatos de empresas que já tiveram sérios prejuízos com a pirataria. Isso porque a segurança e a eficiência são as duas primeiras vítimas das operações em que são utilizados paletes fora da conformidade. O risco é grande, pois há equipamentos com a metade da capacidade de carga, e o que ocorre a partir daí são acidentes, bloqueios de linhas de produção, risco à integridade física dos que trabalham nessas áreas, rompimento dos prazos de entrega, enfim, um prejuízo atrás do outro”, conclui Marcelo Canozo.

A demada por paletes de madeira continua alta e isso aumenta os riscos, pois em momento assim, o pior cenário é não ter paletes, e quando uma empresa se desespera e não busca equipamentos de qualidade, preferindo o caminho rápido da pirataria, acaba dando um tiro no próprio pé, tamanha é a chance de se dar mal.
Segundo a Fort Paletes, as empresas legais são homologadas pela Associação Brasileira de Supermercados, a Abras, que criou o PBR em 1990, junto com várias associações representativas de setores industriais.
Para poder produzir o PBR, o fabricante tem de obter a certificação, trabalhar com madeira de reflorescimentos reconhecidos pelo Ibama e dentro de especificações estabelecidas pela Abras.
Finalmente, é muito simples reconhecer um Palete PBR: ele traz o carimbo PBR, o carimbo do Fabricante mais o mês e ano da fabricação, outro indicador importante de segurança. Já os piratas, inserem o “PBR“, mas nunca quem fabricou.

Fort Paletes espera faturar 15% mais em 2011 e aumentar volume de paletes PBR em 18%

A Fort Paletes, líder do ranking Abras em número de paletes PBR fabricados, inicia o segundo semestre de 2011 confiante na meta de o faturamento crescer 15% no ano e o volume de paletes 18%.

Tal performance não é apenas consequência do aquecimento de mercado, mas principalmente da reestruturação em curso na empresa fabricante de paletes de madeira.

Esta, há meses vem preparando todos os seus colaboradores para saltos de qualidade e performance.

Os primeiros resultados dão conta de produtividade em alta, com expressivos 45% de crescimento.

Investimentos em máquinas automáticas de fabricação de paletes também estão sendo avaliados pela direção da Fort Paletes.

Marcelo Canozo, sócio-diretor da Fort Paletes, prevê forte incremento da demanda nos próximos anos. A expectativa baseia-se na Copa de 2014 e nas Olimpíadas, dois anos depois.

O aquecimento virá também devido à exploração da camada do Pré-Sal, fatores que vão robustecer o mercado interno e dar dimensão nunca imaginada à cadeia logística do País e às movimentação paletizada.

Sua localização privilegiada também explica os números positivos. A sede da empresa fica em Itararé (SP), a menos de 350 km das capitais Curitiba e São Paulo, e próxima das principais áreas de reflorestamento da região Sudeste.

A Fort Paletes participará da FISPAL Tecnologia 2011

A Fort Paletes participará em Junho de 2011, dentre os dias 07 a 10,  da maior feira do setor de embalagens, processos e logística para as indústrias de alimentos e bebidas da América Latina e umas das maiores do mundo, a Fispal Tecnologia, é responsável por uma das maiores manifestações da indústria. Referência para o setor, todos os anos, a feira apresenta as principais novidades e tendências do mercado, proporcionando aos visitantes as mais diversas soluções para o seu negócio.

Organizada pela BTS – Brazil Trade Shows, a maior promotora de feiras ligadas à alimentação da América Latina, responsável pela Semana Internacional da Alimentação e Hospitalidade, a Fispal Tecnologia se prepara para sua 27ª edição convicta de que irá superar as expectativas de seus visitantes e expositores, cada vez mais realizando um evento profissional e focado no setor.

Você é nosso convidado! Venha visitar o estande da Fort Paletes na Fispal Tecnologia 2011, Rua L estande nº 231. Conheça nossas novidades e as tendências de mercado, nossoa produtos e serviços para o seu negócio.

Paletes de Madeira X Paletes plásticos. O palete de madeira tem mais vantagens.

Artigo publicado no Portal Logweb analisa a polêmica. A publicação brasileira recorre a artigo publicado por Andrew Taylor na revista Warehouse & Logistics News, cujo conteúdo confronta uma a uma as “tradicionais” vantagens que o palete de plástico teria sobre o palete de madeira na cadeia de supply chain.

Taylor visitou as áreas de logística de diversas empresas embarcadoras de carga e também aquelas que se utilizavam do palete de madeira nas operações in bound. Percebeu que estas “vantagens” não são tão verdadeiras como se pensava:

. Redução de lascas – durante visitas a inúmeros usuários de palete de madeira, Taylor constatou que a afirmação de que os paletes de madeira soltam lascas não é totalmente verdade. Isso pode ocorrer sim, mas quando os paletes são fabricados com material de má qualidade, isto é, madeira que não veio de florestas renováveis e com madeira certificada.
. Redução de peso – este também é um problema de fácil solução. Para que o palete apresente um peso menor, basta que o fabricante de paletes use madeira seca e que atenda ao peso exigido.

. Tamanhos precisos – este não deveria ser um problema, uma vez que um bom fabricante de paletes de madeira se utiliza de linhas automáticas de produção de palete de madeira.

. Facilidade de limpeza e descontaminação – a teoria de que os paletes de plásticos são fáceis de se limpar é irreal. Na verdade, é muito difícil limpar os paletes corretamente, sejam eles do material que forem, desde que sejam utilizados em grandes quantidades. Além disso, existem tratamentos fitosanitários para evitar contaminação.

. Quando é necessário fazer um conserto ou a reciclagem do palete, os de madeira são mais versáteis. Eles são consertados e readequados para o propósito planejado original inúmeras vezes. Além disso, se o palete for conservado corretamente, sua vida útil será superior a 10 anos. E quando não puder mais ser reciclado, o descarte do palete é .: poderá ser desmontado e suas partes aproveitadas para o conserto de outros paletes, por exemplo. Eles podem ainda ser moídos e seu pó utilizado para adubo ou ser misturado em compostos orgânicos, entre outras utilidades.

Taylor afirma que a neutralidade ambiental de um produto reciclável é melhor medida pela quantia de energia exigida para sua reciclagem e a energia térmica necessária para seu conserto ou reciclagem. Assim, se compararmos a reciclagem de um palete de madeira com o reprocessamento de latas de alumínio, recipientes plásticos, papel ou paletes plásticos, a energia exigida para os palete de madeira é tão pouca que pode até ser considerada como imensurável.

Fonte: Revista Logweb

Fort Paletes busca tecnologia na Europa para produção de Paletes de Madeira e Paletização.

A Fort Paletes, uma das principais e mais tradicionais empresas de produção de paletes de madeira do Brasil, está buscando na Europa nova tecnologia para a fabricação de paletes.

Executivos da empresa estiveram visitando fabricantes especializados em linhas automatizadas de montagem de paletes. Na mira, estrutura para a fabricação de até 5000 paletes por dia.

A busca por melhor performance está vinculada ao crescimento da Fort Paletes. Em 2010, o resultado foi 25% superior ao de 2009, oportunidade em que a empresa conquistou 153 novos clientes. Neste ano, o investimento projetado é de 15% do faturamento líquido.

O salto em tecnologia é amparado por reestruturaração organizacional em curso desde o ano passado. Foram mapeadas todas as áreas em que poderia haver melhoria de processos e espaço para inovação, com o consequente treinamento dos colaboradores.

O diretor da empresa Marcelo Canozo acredita que 2011 será um ano bom com crescimento na produção em relação a 2010. “Vivemos um momento virtuoso e o cenário para o Brasil é dos melhores. Temos de nos preparar para os próximos 10 anos, daí nossa busca por nova tecnologia e procedimentos organizacionais eficientes”.

A rotina de trabalho na Fort Paletes, empresa sediada em Itararé, São Paulo, é feita tendo em conta a sustentabilidade ambiental como missão maior. Assim, a fabricação de paletes de madeira e embalagens em geral seguem rígidos padrões de respeito ao meio ambiente.

Além de só trabalhar com madeiras reflorestadas (pinus e eucalipto), a empresa exige que todos os seus fornecedores detenham o selo FSC (Forest Stewardship Council), ou seja, a certificação que garante ser a madeira oriunda de processo produtivo manejado de forma ecologicamente correta.

O que faz um fabricante de paletes de madeira ser sustentável?

Se esta empresa for a Fort Paletes, a resposta leva em consideração o respeito ao meio ambiente, às práticas de fabrico e manejo sustentáveis, entre outras.

Trocando em miúdos, isso quer dizer que toda a produção deve ter como fonte madeira reflorestada e certificada pelo FSC Brasil, que é o Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, uma organização não-governamental, independente e sem fins lucrativos, reconhecida como uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) e com cadastro no CNEA (Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas).

A missão do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal é difundir e facilitar o bom manejo das florestas brasileiras conforme princípios e critérios que conciliam as salvaguardas ecológicas com os benefícios sociais e a viabilidade econômica.

Marcelo Canozo, diretor da Fort Paletes, diz que “assim praticamos o manejo sustentável juntamente com um conjunto de tecnologias e processos de gestão que conciliam o cultivo de nossa matéria-prima, com a conservação de recursos naturais, preservação ambiental e respeito às comunidades”.

“Nossa visão sobre sustentabilidade é simples”, continua Canozo. “Ela está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material, sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Não tenho nenhuma dúvida: a Fort Paletes é uma empresa 100% sustentável”.

A Fort Paletes é uma das mais tradicionais fabricantes de paletes e embalagens de madeira do País. Tem em sua história a participação nos projetos-pilotos que levaram à criação do Palete Padrão Brasil(PBR), na década de 90, apesar de sua trajetória ter começado décadas antes.

Paletes de madeira na Segunda Guerra Mundial e a evolução da logística

Paletes de madeira surgiram na Segunda Guerra Mundial e desde então fazem parte da evolução da logística.

O palete de madeira, interface fundamental da logística, tem história recente, apesar de seu princípio, transportar algo sobre um estrado, ser utilizado pelo homem desde tempos imemoriais.

Os registros mais antigos indicam possibilidade de a paletização ter surgido nos Estados Unidos, em 1925, e mais ou menos nesse período também na Europa. O que é certo, porém, por meio de documentação, é que como unidade de distribuição intermodal o palete de madeira surgiu na Segunda Guerra Mundial.

Diz-se, e aí não se sabe se é história ou lenda, que um general aliado, exasperado com a demora para o carregamento de um navio, notou a existência no cais de um grande estrado, e ordenou aos estivadores que colocassem as mercadorias em cima dele para serem transportadas em lotes, e não conforme cada homem conseguia movimentar.

Registros oficiais dão conta de que a United States Air Force (USAF), a força aérea norte-americana, utilizou parque de 6 mil empilhadeiras e 6 milhões de paletes de madeira, e nessa operação de guerra está o surgimento desse equipamento em sua função logística plena, que é a de ser unidade de distribuição intermodal.

Tanto que, ao final do conflito, o parque existente de paletes, que era imenso, acabou tendo utilização econômica pela criação de outra idéia simples, o pool de paletes de madeira.

Em função de sua extraordinária importância na logística, o palete de madeira é equipamento que vem requerendo fabricantes com tecnologia de ponta, empresas que disponham de máquinas capazes de conferir rapidez e eficiência na fabricação, além de confeccionar paletes com dimensões milimetricamente corretas, pois as linhas automatizadas das indústrias exigem medidas exatas dos paletes, sob risco de travamento do sistema.

A Fort Paletes, uma das mais qualificadas empresas produtoras de paletes de madeira do País, tem história de pioneirismo no segmento, pois desde os anos 1970 dedica-se a sua fabricação.

Fort Paletes cresce 25% em 2010 e conquista 153 novos clientes

O ano de 2010 será lembrado por muito tempo na Fort Paletes, uma das mais tradicionais fabricantes de paletes de madeira do Brasil.

A indústria de paletes, que completou no mês de Agosto 11 anos, cresceu 25% no ano passado, o que fez com que se consolidasse ainda mais no mercado de logística, ao qual vende paletes, mas também os aluga. Para se ter idéia de como o ano foi bom, a Fort Paletes conquistou 153 novos clientes em 2010, notadamente nos segmentos alimentício, farmacêutico e automotivo.

Em 2011, previsões iniciais dão conta de que o faturamento também deverá crescer em 15%, e o volume de paletes produzidos em 18%.

Por isso, o fabricante de paletes está efetuando reestruturação organizacional. Mapeiam-se no momento todas as áreas para melhoria de processos e inovações, com os colaboradores recebendo treinamento para adequar-se à nova estrutura. Investimentos em máquinas automáticas de fabricação de paletes também estão sendo analiados pela direção da Fort Paletes.

A Fort Paletes é dos poucos casos de empresa jovem com significativa experiência no mercado, por meio da partipação de seus diretores. Estes foram pioneiros do Palete Padrão Brasil, que ajudaram a criar, divulgar e fazer tornar realidade a paletização no País.

O crescimento da Fort Paletes, empresa sediada em Itararé, São Paulo, é feito tendo em conta a sustentabilidade ambiental como missão maior. Assim, a fabricação de paletes de madeira e embalagens em geral segue rígidos padrões de respeito ao meio ambiente. Além de só trabalhar com madeiras reflorestadas (pinus e eucalipto), a empresa exige que todos os seus fornecedores detenham o selo FSC (Forest Stewardship Council), ou seja, a certificação que garante ser a madeira oriunda de processo produtivo manejado de forma ecologicamente correta.

Linhas de crédito para paletes de madeira devem ter procura crescente em 2011

A Fort Paletes, que tem na sua história o DNA da paletização no País, e princialmente do Palete Padrão Brasil (PBR), trabalha com linhas de crédito para a compra de paletes de madeira para pequenas e médias empresas.

Entre elas está o Cartão BNDES, boa alternativa para quem busca investimento com o custo mais baixo, com a facilidade de parcelamento em até 48 meses, tendo como parcela mínima R$ 100,00. Outra modelidade de crédito que o pequeno e médio empresário pode lançar mão é a operação de leasing, lembrando que as regras para esta modalidade são as do sistema financeiro. 

Segundo Marcelo Canozo, sócio-diretor da Fort Paletes, o mercado tem-se utilizado muito de linhas de crédito para a compra de paletes de madeira, notadamente as empresas de porte menor.

Como conhece bem o perfil do mercado e de seus clientes, a Fort atua junto a eles com as chamadas programações futuras. “Sabemos que o cliente em determinado número de meses vai novamente necessitar adquirir paletes, e assim formulamos com ele contratos anuais, de acordo com sua demandas. Essa compra futura facilita nossa programação de produção e também distribui os gastos com novos equipamentos para esse cliente”, diz Canozo.

Marcelo Canozo acredita que o ano de 2011 será de forte aquecimento econômico e que a produção de paletes de madeira terá aumento em relação a 2011.

Fort Paletes conquista novos clientes, aprimora estrutura e aumenta produtividade em 45%

A Fort Paletes, uma das maiores produtoras de paletes de madeira do País, está comemorando a chegada de clientes como Quero Alimentos, Becton, Dickinson and Companhy (BD), Dissi Distribuidora de Medicamentos,  Antilhas Soluções Integradas para Embalagens, Anglo Ferrous Minas, Ponto Frio, entre outros. A Quero Alimentos e a Ponto Frio, por exemplo, estão equipando novos CDS com equipamentos da Fort Paletes.

Ao mesmo tempo, experimenta 45% de aumento de produtividade, resultado de treinamentos e ações em busca de qualidade.

Segundo Marcelo Canozo, sócio-diretor da empresa, a Fort Paletes está em fase de reestruturação organizacional. “Estamos mapeando todas as áreas para melhoria de processos e inovações. Todos os colaboradores recebem treinamento para adequar-se à nova estrutura”, diz.

Essas medidas têm a finalidade de aprimorar na empresa serviços e processos para que o resultado final seja constatado na qualidade do produto, na performance empresarial e no bem-estar e satisfação dos colaboradores.

“Estamos prevendo forte demanda nos próximos anos. Vamos ter a oportunidades de negócios em função da Copa de 2014, Olimpíada de 2016, além do Pré-Sal e do mercado interno, que se tem mostrado muito robusto”, diz.